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Quem foi Maria!

Quem foi Maria!

Desejamos saudar as mães cristãs ao meditar sobre a mãe de Jesus, nosso Salvador, modelo de mulher cristã, modelo de mãe, modelo de mãe cristã. Falamos tanto em Pedro, Paulo, João, Barnabé, ou nas santas mulheres da Bíblia como Sara, Miriã, Débora, Ester, Maria Madalena, Marta e Maria, Priscila, mesmo a anônima samaritana, mas esquecemos de voltar os olhos, a mente e o coração para a mulher de coragem, submissa, dedicada, agraciada, serva de Deus que foi Maria de Nazaré!

Por outro lado, tentaremos desfazer a idéia errônea de não-evangélicos a respeito do relacionamento entre os cristãos evangélicos e Maria, nossa irmã na fé, e mãe do Redentor.

Sua pessoa
O Novo Testamento tem pouco a dizer sobre Maria. É, na verdade, extremamente lacônico ao falar de sua vida. Não tem ela lugar de proeminência nos Evangelhos. Como diz uma autora católica “Parece até ausente do ministério de Jesus, seu filho”. Dois dos evangelistas até deixam de colocá-la no início do relato (Marcos e João), pois a história da infância de Jesus, os chamados “Evangelhos da Infância”, somente é relatada em Mateus e Lucas.
Suas últimas palavras registradas foram as do casamento em Caná da Galiléia (João 2.3). Fora esse episódio, quantas anotações temos do que falou? Em Mateus e em Marcos nada foi registrado. Em Lucas, (1) na cena da anunciação (1.34,38), (2) no Magnificat (1.46-55), e (3) em 2.48 quando Jesus já está com doze anos e fora levado para se tornar um bar mitzvá. E apesar de todo esse silêncio, a Outra Igreja procura construir um elaborado sistema de obras de Maria e de devoção à sua pessoa?!

Seu nome é a forma greco-latina do hebraico Miriam, nome da irmã de Moisés. No Novo Testamento, é registrada a presença de várias Marias: Maria Madalena, Maria, irmã de Lázaro e de Marta, Maria, a mãe de João Marcos, Maria, membro da igreja em Roma, e Maria de Nazaré.

De fato, morava em Nazaré. Tinha cerca de quatorze anos quando ficou noiva de José, carpinteiro de profissão e descendente da casa real de Davi, da qual haveria de nascer o Messias.

Lucas descreve a cena do anúncio de haver sido escolhida para mãe do Messias (1.26ss). O mensageiro de Deus a chama de “agraciada”, ou seja, que ela era alvo de um favor especial de Deus, e não que fosse fonte de graça. Esse favor, essa graça especial era ser mãe do “Filho do Altíssimo”, mãe do filho do El Elyon (cf. 1.32)! Ora, senhoras e moças judias ansiavam pelo privilégio de ser a mãe do Ungido de Deus, porém Ele não buscou essa moça no palácio de Herodes nem nas camadas altas da sociedade entre os saduceus; fê-lo entre o povo, e agraciou uma jovem simples, pobre, surpreendendo, deste modo, a expectativa e mente de todos (cf. 1Co 1.27). Maria era tão humilde, simples e pobre que ao levar Jesus bebê a Jerusalém para o consagrar, e fazer o sacrifício ordenado pela Lei de Moisés (Ex 13 .2; Lv 12.1-3, 6-8), ofereceu dois pombinhos em vez de um cordeiro (Lc 2. 24).

Aliás, poderia ter dito “não” quando do anúncio, mas não o fez; poderia ter evitado todo o futuro sofrimento, aceitou-o, porém, com resignação e entrega absolutas. Suas Palavras o atestam: “Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra”. (Lc 1.38a).

Concebeu do Espírito Santo como o diz Mateus 1.18 (cf. Lc 1.35) tornando-se entre as mulheres a única que pode ser chamada, como o foi por Isabel, “bendita” por trazer no ventre o “bendito fruto” do Eterno (cf. Lc 1.42).

Idéias sobre Maria
Dói-nos ter que abordar o que segue; preferiríamos não precisar mencionar certas questões de teologia popular e, lamentavelmente, também de teologia oficial a respeito da mãe de Jesus. Nosso objetivo não é atacar ou hostilizar a crença de ninguém. Mas, sim, examinar o que diz a Bíblia sobre certas atitudes, doutrinas, dogmas que desvirtuaram o lugar dessa extraordinária mulher cristã, bendita entre as demais.

As idéias não encontradas na Bíblia são: a imaculada conceição, a sua virgindade perpétua, a co-redenção, a sua assunção corporal aos céus, o título “Mãe de Deus”, o culto a Maria. Tudo nasce da pergunta se Maria é salva ou salvadora. Diz a Bíblia que precisou ser salva, pois a própria Maria o afirma: “o meu espírito exulta em Deus meu salvador” (Lc 1.47). Pensar diferentemente leva aos dogmas que a Igreja majoritária tem formulado.

A imaculada conceição. É a idéia que para ser mãe do Salvador que não tinha pecado, ela mesma teria que ser isenta de pecado. Deus a teria, portanto, preservado já na sua fecundação da mancha do pecado original. Essa é uma idéia que não combina com a doutrina da Bíblia que ensina “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus” (Rm 3.23, 24).

Ter sido escolhida para gerar o Messias não significa ter sido concebida e nascida sem pecado, nem ter sido a mais perfeita mulher que já viveu. Esse dogma foi promulgado em 1854 pelo Papa Pio IX.

A virgindade perpétua ensina que a mãe de Jesus foi virgem antes, durante, depois do parto, e continuou a sê-lo durante sua vida de casada, de esposa e mãe. Tal doutrina foi definida pelo Concílio Constantinopla II em 553, e nasceu, sobretudo, do apreço à vida monástica (em franco progresso o ascetismo), e do menosprezo ao casamento considerado como estado inferior ao celibato. A insistência católico-romana na virgindade perpétua de Maria objetiva justificar o celibato dos seus sacerdotes e freiras. A Bíblia, no entanto, fala diferentemente: chama a Jesus de seu filho “primogênito” e não de “unigênito”.

Grávida virgem, deu à luz virgem, porém Mateus 1.25 ensina que após o nascimento (e a purificação subseqüente), passou a ter vida matrimonial perfeita e absolutamente normal:
“… e não a conheceu enquanto ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de Jesus”. (Mt 1.25).
E porque não é desdouro ser a mãe do Messias e mãe de outros filhos com seu marido, o Novo Testamento apresenta os nomes de seus filhos: Tiago, José, Simão e Judas, além das irmãs não nomeadas (cf. Mc 6. 3). Que divina sabedoria, o Espírito Santo ter permitido registrar o nome de seus irmãos! Há quem queira dizer que (1) seriam filhos de José de um casamento anterior, não há, porém, registro disso; ou primos de Jesus, no entanto, a palavra usada foi adelphos, pois existe outra, anepsiós que quer dizer “primo, sobrinho”, não usada aqui pelos evangelistas.

Co-redenção de Maria junto à cruz do Calvário, ou seja, “sócia na obra da salvação”. Uma coisa é dizer que Maria teve um papel único, exclusivamente seu na realização do plano de Deus para a salvação da pessoa humana; é dizer que os fatos da encarnação e do nascimento virginal são de tremendo significado para a Cristologia. Mas outra coisa é atribuir-lhe função salvífica, papel de salvadora e obra co-redentora.

Muita lenda tem surgido por falta de informação e estudo da Bíblia. Jesus ensinou que “errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus” (Mt 22.29), e por falta de conhecimento da Palavra Santa, há quem participe da Ceia (Eucaristia) nos cinco primeiros sábados (pois sábado é o dia do calendário que lhe é dedicado), esperando escapar do inferno sem que se preocupe com uma conduta digna do nome de cristão. E há quem dedique o dia de Sábado ao louvor de Maria que, segundo ensinam, visita o purgatório de onde leva muitas almas para o céu com ela. Quantos erros?! O purgatório?! a salvação após a morte?! Maria salvadora?!

Diz, no entanto o Novo Testamento: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem”( 1Tm 2.5).

“Seja conhecido de vós, e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, nesse nome está este aqui, são diante de vós. Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta como pedra angular. E em nenhum outro há salvação; porque deibaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em quem devamos ser salvos” (At 4. 10-12).

Assunção. A doutrina é que Maria após a morte teria sido levada corporalmente para o céu, dogma que foi promulgado em 1950 pelo Papa Pio XII. Nenhum ensino bíblico há sobre isso.

Maria, “Mãe de Deus”. Dogma definido no Concílio de Éfeso em 431, e baseado na idéia de que a sua maternidade diz respeito à pessoa inteira de Jesus. Portanto, se Jesus é homem e é Deus, Maria é mãe do homem Jesus e Mãe de Deus (?!) Fiquemos alerta que em lugar algum, o Novo Testamento a chama “Mãe de Deus”. É mãe, sim, do filho de Deus. Nem “Mãe da Igreja”. São ensinos estranhos ao evangelho. Mas foi “agraciada”, bendita entre as mulheres, e exemplo corretíssimo de aceitação, obediência, dependência, submissão, subordinação e serviço a Deus.

O culto a Maria é uma desonra a Deus por causa da proibição do uso de imagens (Êx 20.3-5). É o problema de se acrescentar algo mais à verdade da Bíblia.

Pois não há sinais de veneração, culto, ou hiperdulia a Maria no Novo Testamento. Os magos do Oriente não prestaram adoração à estrela, nem a José ou a Maria, mas a Cristo (Mt 2.11); seus presentes foram dados não a Maria ou a José, mas a Jesus; os apóstolos nunca oraram à mãe de Jesus nem lhe prestaram honras especiais; Pedro chamado o primeiro papa, Paulo e Tiago não a mencionam em suas cartas; mesmo João, que dela cuidou até sua morte, não a menciona (Jo 19.27). Instalada a Igreja no Pentecoste, o nome “dado entre os homens, em que devamos ser salvos” é o de Jesus (At 4.12). Um caso que poderia ter sido o primeiro de veneração a Maria foi rechaçado e corrigido na hora por Jesus:

“Ora, enquanto ele dizia estas coisas , certa mulher dentre a multidão levantou a voz e lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que te amamentaste. Mas ele respondeu: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus, e a observam” (Lc 11.27, 28).

É chamada “Rainha dos Céus” (Regina Coeli) título monstruoso porque era dado à deusa da fertilidade de Canaã, Astarte: “Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres amassam a farinha para fazerem bolos à rainha do céu, e oferecem libações a outros deuses, a fim de me provocarem à ira” (Jr 7.18; cf. 44.17-19, 25).

O culto de Maria iniciou-se após o quarto século.

Como os evangélicos a vemos
Honramos a Maria, mãe de Jesus, com a mesma homenagem que a Bíblia lhe presta: “bendita entre as mulheres” (Lc 1.42), e reconhecemos que ela foi o vaso que trouxe a água da vida, Ela não é a água da vida, o pão da vida, o caminho, a verdade, ou a ressurreição e a vida.

Com todas as gerações nós a chamamos “bem-aventurada” porque cria na palavra de Deus (Lc 1.48), mas não a deificamos, cultuamos ou oramos a ela. Ao contrário, com ela cultuamos o Filho de Deus; não cultuamos através dela como se medianeira fosse. Essa é a ilusão do movimento “Peça à mãe que o filho atende”, que não tem base na Bíblia, que, contrariamente, ensina “… tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda” (Jo 15.16; cf. 14.13, 14). Ou seja, “Peça ao Pai em nome do Filho, que Ele atende”.

Nós a reconhecemos como “bem-aventurada”, ainda, porque na sua dedicação à vontade de Deus, na sua fé, na sua obediência, é exemplo para nós. É exemplo e modelo a ser imitado não mais, porém, que outros do Antigo ou do Novo Testamento.

Nós a vemos como mulher de louvor, oração e piedade. Seu cântico em Lucas 1.46-55, e que se assemelha em forma e conteúdo ao de Ana (1Sm 2. 1-10), é uma linda página de sensibilidade e profunda espiritualidade.

Atos 1.14 apresenta Maria em oração com outros crentes, sem ter, porém, autoridade e prioridade sobre o grupo. Piedosa, realizou todos os ritos fixados pela Lei: a circuncisão, a purificação, a apresentação no Templo, e ano a ano realizava uma peregrinação a Jerusalém na Páscoa. Após o nascimento de Jesus, trouxe duas ofertas. Uma era queimada (simbolizava completa rendição à vontade de Deus); a outra era oferta pelo pecado (cf. Lv 2.22-24; 12.6-8).

Queremos insistir no fato que Maria foi mulher de profunda sensibilidade espiritual. Sua fé e sua disposição de servir a Deus nos chamam a atenção, por isso deu uma atenção cuidadosa, à educação de seu filho nas tradições religiosas do seu povo, o povo judeu.

Mas ela sabia que precisava de um Salvador (Lc 1. 47). Tinha absoluta consciência de que Jesus era, não só humano, mas também divino e enviado por Deus (Gl 4.4) . Lucas 2.18 e 51 nos mostram que ela meditava cuidadosa, profunda e assiduamente sobre seus deveres. É o protótipo da mulher de reflexão; é o modelo, exemplo da esposa cristã ideal.

Maria deixou um mandamento: “Fazei tudo quanto Ele [Cristo] vos disser” (Jo 2.5). Confessa ter confiança plena no poder divino do seu filho.

Fazei tudo quanto ele vos disser
Que é o que Ele diz? Entre outros ensinos:

“Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus” (Jo 3. 36).

Extraído do Web Site: http://www.urrodoleao.com.br
Fonte: Walter Santos Baptista – Igreja Batista Sião – Salvador/BA.


Responses

  1. Amei, esse estudo, fica tudo as claras sem tabu, sem cegueira espiritual, Deus abençoe!

  2. amei esse estudo, quem não ama a mãe, como poderá chegar perto do filho?

  3. Eu tenho pensado e refletido muito sobre esse assunto neste últimos meses, e nossa através deste estudo e não de profetadas gostaria de agradecer ao autor por ter tanta sensibilidade em dizer a verdade e não julgar de nenhuma força que isso me emocionou. É muito bom saber que ainda existem pessoas que não são religiosos e estão em busca de uma verdade nua e crua, independente se isso irá ferir a sua própria tradição até mesmo familiar !!!! Estava buscando algumas respostas para a minha pregão e encontrei todas elas aqui.

    Abraço !!! Júnior Florianópolis !!!

  4. concordo plenamente com esses ensinamentos sabios,é simplismente a mais pura verdade que a biblia relata

  5. Adorei o estudo, sou cristã e ouvir vários do meio da igreja julgarem maria como ninguém. Mais agora sei que ela foi uma mulher de fé, e que seu exemplo de esposa, e de obediência a Deus tem que ser seguido.

    Obrigado Kerollayne Recife – PE

  6. Quando se pede a um amigo que peça a Deus por nós, não quer dizer que tambem não possamos pedir direto a Deus! Jesus faria o “sinal” de Canaa da mesma forma; mas quis Deus, que Maria intercedesse! Não quer dizer que ela possa mais que o Filho; mas todos os dias agradeço a Deus por ter nos dado Jesus! Se Ele quizesse tê-lo feito aparecer do nada; o teria; e com certeza, Ele teria o mesmo poder! Mas, quiz Deus, que Ele tivesse uma família; Maria, José, não são como qualquer um de nós! Não creio que depois de ter sido “abordados” por anjos, fossem ter uma vida normal, como “reles” mortais! Na igreja Católica, não aprendemos a nos ajoelhar na frante de Maria; e sim na frente do Santíssimo; mas como disse, peço a ela, que interceda por mim sempre!

  7. ela não intercede nem por ela mesma, Jesus é o único caminho…

  8. Carla minha querida e amada do Senhor….que o Espírito Santo de Deus possa esta falando ao seu coração e te dando o privilegio da verdade a cerca de sua palavra, pois infelizmente aos olhos carnais não podemos compreender , peça a Deus que revela a verdade de sua palavra e você saia do engano.
    Forte abraço
    Patricia A. Santana

  9. pra quem ainda se prosta diante da imagem de maria
    a biblia é bem esclarescedora,joao
    ,3,36.aquele q cre no filho tem a vida eterna,mas aqele q nao cre no filho nao vera a vida,mas a ira
    de DEUS sobre ele permanesce…amén

  10. Maria é a bendita entre as mulheres, mãe do corpo físico do nosso salvador, mas nada pode fazer por mim e você diante de Deus Pai só o Senhor Jesus o Cristo pode interceder por nos. só Ele morreu por mim e por você. Maria assim como os discípulos tiveram e tem o seu valor até os dias de hoje, mas não podem fazer nada por nos diante de Deus pois todos eles passarão pelo julgamento final quando Jesus Cristo nosso Senhor vira como juiz. Que a graça e as misericórdias do Senhor e Salvador Jesus Cristo POSSA OS alcançar.

  11. perfeito, a bíblia nos esclarece tudo!

  12. QUAL É O FILHO QUE DEIXA DE ATENDER A UM PEDIDO DE SUA MÃE? ASSIM COMO PEÇO PARA ALGUÉM ORAR POR MIM E ESSA INTERCESSÃO TEM VALOR IMAGINEM INTERCESSÃO DA MÃE DE JESUS NÃO TERÁ VALOR? MARIA NÃO É A MÃE DE QUALQUER UM ELA É A MÃE DE JESUS CRISTO. E NÓS NÃO ADORAMOS MARIA, NÓS VENERAMOS. ADORAMOS SÓ A DEUS. E SIM NÓS A VENERAMOS ISTO É RESPEITAMOS

  13. O texto é muito bom, e dai se Maria a mãe de Jesus teve outros filhos,claro que ainda não apareceu nos jornais e revistas sobre os irmãos de Jesus,seria até bom conhecer alguns e como eles estão vivendo.Se Jesus quando viu sua mães aos pés da cruz e viu também João,Ele disse a sua mãe “Mulher eis a o teu filho.” Depois disse ao seu discípulo ” Eis aí tua mãe” (João:19,26-27) Se Jesus falou para cuidar de sua mãe como se ela fosse sua mãe,porque não podemos considera-la como mãe? Se temos um Pai que é Deus Todo-Poderoso temos que ter uma mãe também e essa mãe é Maria de Nazaré

  14. Neusa Pereira eu não conheço você,mas agora você conquistou minha admiração se tivesse como dar uma curtida no seu comentário eu daria agora.Isso mesmo nós não adoramos nenhuma imagem e sim veneramos(Respeitamos).

  15. nós temos que viver de acordo com a santa palavra e a palavra de DEUS é bem clara ELE não divide a glória dELE com ninguém e q aquele q faz ou tem imagens não só de Maria mais qualquer uma outra e se prostrar carregar nos ombros em procissão não tem parte com DEUS tá na biblia.
    Luz para nossos caminhos é a palavra de DEUS diz a palavra do Senhor então temos q viver de acordo com a palavra dELE.

  16. Muito Bom ! Como precisamos de esclarecimentos e conhecimentos , ao se falar da importância que teve e tem Maria na missão de anunciar o Reino de Deus e para nossa vida… Maria veneramos pelo seu sim, que mudou o mundo com o nascimento de Jesus.
    Como não admirar a Mãe do meu Senhor…

  17. viva Jesus, viva Maria!

  18. A questão é que queremos julgar a fé das pessoas e falar quem está certo e quem está errado, mas esquecemos que só Deus pode dizer quem está certo ou errado. O que mais importa não são as leis, não é atoa que Jesus Cristo aborda varias vezes os fariseus, mas sim a pureza de coração. Se uma pessoa é pura de coração e ama Deus, respeita o Espirito Santo e pede a Virgem Maria intercessão e crê que ela é imaculada, quem somos nós para falar que essa pessoa está errada? muitas coisas não foram escritas na Biblia, como atesta nos finais de alguns evangelhos. Quem sabe o que não está escrito está vindo em forma de revelação e inspiração nos dias atuais? Deus tem seu jeito de falar com cada um. E ao invés de ficarmos criticando a fé e religião do próximo devíamos está fazendo caridade, amando ao próximo, levando Deus aos corações e nos unindo como irmãos, o resto quem tem que falar quem é Maria ou quem não é, é só o filho dela, ou seja DEus…

  19. mim confesso com Deus de todo coração. mais respeito a mãe de Jesus.

  20. lucas 1.43 ao receber a saudaçao de Maria o menino se alegrou no ventre de Isabel e ela ficou cheia do espirito santo,maria é corredentora e sacrario vivo e canal da graça esse versiculo diz tudo e nem precisaria que falasse mais de maria nao porque ai ja diz tudo…

  21. Uma dia mim perguntei por que nao pregam sobre maria mae de Jesus nas igrejas evangelica onde se fala sobre ana, raquel, maria madalena e varias mulheres citadas na biblia menos em maria mae do salvador. Amei o estudo queria mais material se tiver quero falar de maria essa mulher virtuosa. Amém


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